<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>grupo-r</title><description>grupo-r</description><link>https://www.grupo-r.pt/noticias</link><item><title>IVA - Regularização em créditos de cobrança duvidosa ou incobráveis</title><description><![CDATA[«A Lei do Orçamento do Estado de 2013 veio introduzir a possibilidade do fornecedor dos bens ou serviços regularizar o IVA a seu favor, relativo a créditos que titulem vendas ou prestações de serviços sujeitos a este imposto, e que sejam de cobrança duvidosa. A medida visou, sobretudo, evitar que os contribuintes tivessem de recorrer a tribunal instaurando processos judiciais contra os seus clientes, para poderem reaver o IVA liquidado e entregue ao Estado, mas que o cliente não pagou. Antes]]></description><dc:creator>Jornal de Negócios</dc:creator><link>https://www.grupo-r.pt/single-post/2007/01/07/httpwwwoccptptnoticiasiva-regularizacao-em-creditos-de-cobranca-duvidosa-ou-incobraveis</link><guid>https://www.grupo-r.pt/single-post/2007/01/07/httpwwwoccptptnoticiasiva-regularizacao-em-creditos-de-cobranca-duvidosa-ou-incobraveis</guid><pubDate>Sun, 07 Jan 2007 10:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>«A Lei do Orçamento do Estado de 2013 veio introduzir a possibilidade do fornecedor dos bens ou serviços regularizar o IVA a seu favor, relativo a créditos que titulem vendas ou prestações de serviços sujeitos a este imposto, e que sejam de cobrança duvidosa. A medida visou, sobretudo, evitar que os contribuintes tivessem de recorrer a tribunal instaurando processos judiciais contra os seus clientes, para poderem reaver o IVA liquidado e entregue ao Estado, mas que o cliente não pagou. Antes desta alteração, a possibilidade de deduzir este IVA a favor do contribuinte sem recorrer a processo judicial estava limitado a casos muito restritos, essencialmente, em operações nas quais o devedor fosse um particular ou um sujeito passivo que realizasse exclusivamente operações isentas sem direito à dedução e a baixos valores de créditos (...)»</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>